O Comitê Brasileiro da CIER - BRACIER é uma entidade não governamental, sem fins lucrativos, que congrega atualmente 38 empresas/entidades do Setor Elétrico Brasileiro, incluindo a Eletrobras, o Eletrobras Cepel, o Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE e o Ministério de Minas e Energia - MME.
A lista completa das empresas do BRACIER está em Afiliadas.

Últimas Notícias BRACIER

Ganhador do Livro 

18.05.2012 (ASCOM BRACIER)

Veja quem foi o ganhador do sorteio do BRACIER.
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XX SENDI

16.05.2012 (ASCOM BRACIER)

De 22 a 26 de outubro de 2012, no Centro de Convenções SulAmérica e na Sapucaí, Rio de Janeiro.

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CIER 06 - Qualidade de Serviços de Distribuição

08.05.2012 (ASCOM BRACIER)

As empresas afiliadas ao BRACIER tem até o dia 29/06/2012 para enviar os dados para participação no projeto.

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CIER 08

15.05.2012 (ASCOM BRACIER)

As empresas afiliadas ao Bracier poderão contribuir até o dia 18/05/2012 com a indicação de temas para estudo no CIER 08.

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Notas

Cemig quer gás natural

15.05.2012 (Valor Econômico)

A Cemig prevê iniciar perfurações em busca de gás natural em 2013. 

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Obras em Belo Monte voltam à normalidade

08.05.2012 (Brasil Econômico)

Obras no rio Xingu funcionaram normalmente ontem.

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Brasil dice que no dejará de comprar gas por trato político

El embajador de Brasil, Marcel Biato, dijo ayer que su país no dejará de comprar gas a Bolivia e indicó que entre ambos países prevalece un compromiso político antes que económico. “La integración energética pasa por el gas, claro que hay que discutir los acuerdos, pero (hay) un compromiso político muy claro de Brasil con Bolivia, es un beneficio para los dos países, es el sentido fundamental de lo que es integración”, indicó. Biato señaló que es correcta la explicación del presidente de YPFB, Carlos Villegas, quien el domingo pasado dijo que en el futuro Brasil no prescindirá del gas boliviano para abastecer su mercado, a pesar de los enormes hallazgos que hizo tanto en tierra como en aguas del Atlántico. El ejecutivo de la petrolera explicó que “el precio del gas boliviano ahora y después de 2021 será mucho menor que el precio (del gas) sacado del mar” y del gas natural licuado. (Los Tiempos, 19/1)